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Quiropraxia na gravidez


Pode ser que você não saiba, mas a quiropraxia se destina a todas as pessoas, em todas as idades e o atendimento quiroprático vem trazendo mais conforto, segurança e melhora da função corporal em milhares de gestantes pelo mundo. Felizmente com o aumento do número de quiropraxistas no Brasil, mais e mais mulheres podem desfrutar de um cuidado humanizado nesse período.

Estima-se que 20% das gestantes experimentem dores na cintura pélvica (bacia) e que 50-80% delas desenvolvam dores lombares que podem persistir mesmo após a gravidez. Conforme a mulher avança pelo segundo e terceiro semestres de gravidez, seu centro de massa se move anteriormente, causando um aumento da curva lombar (lordose lombar). Somado a pelve que vai se expandindo pelo crescimento do útero e o efeito do hormônio relaxina, (que deixa os ligamentos mais frouxos), ocorre o aumento da tensão dos músculos em volta da coluna (eretores da espinha), do reto femoral, oblíquo externo, psoas maior e adutor longo. No meio das costas, as vértebras torácicas T6, T7 e T8 ganham mais movimento de forma compensatória`a lordose lombar e o mesmo ocorre com os ossos do pescoço, em especial C6 e C7, gerando tensão e dores musculares. Nos membros inferiores, o arco plantar do pé é uma queixa frequente de desconforto.


Fonte http://www.dublin2chiropractic.com/pregnancy/

Esses desconfortos podem ser resolvidos com simples ajustes quiropráticos em questão de minutos. O tratamento quiroprático nesse caso é bem mais gentil que o costumeiro, pois sob o efeito da relaxina, toda a estrutura articular fica mais solta. Ajustar corretamente a pelve é essencial para reduzir as dores e melhorar a função óssea da região para o nascimento do bebê (conheça a Técnica Webster, que ajuda o encaixe para o nascimento). Além disso, exercícios e procedimentos de estabilização e orientações também fazem parte da conduta clínica. Os quiropraxistas, como profissionais de cuidado primário, possuem a habilidade de identificar e corrigir problemas de movimento articular. Também estão treinados para entender quando os sintomas indicam algo mais sério que queixas mecânicas lombares e sabem orientar o encaminhamento a outro profissional, quando necessário.

Oswald, C; Higgins, C; Assimakikopoulos. Canadian Family Physician. Vol. 59, 2013.

Perkins J, Hammer RL, Loubert PV: Identification and management of pregnancy-related low back pain. J Nurse Midwifery 1998, 43:331–340.

Peterson et al. Chiropractic & Manual Therapies, 2014.22:15.

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